Ultrassonografia Abdominal
Exame não invasivo que avalia os principais órgãos abdominais em tempo real, apoiando o diagnóstico e o acompanhamento terapêutico.
Exame não invasivo que avalia os principais órgãos abdominais em tempo real, apoiando o diagnóstico e o acompanhamento terapêutico.
Vômito crônico, diarreia, perda de peso, dor abdominal, suspeita de corpo estranho, alterações de motilidade.
Hepatopatias difusas/focais, colecistite, mucocele, vias biliares e avaliação Doppler portal.
Urolitíase, pielonefrite, cistos, obstruções, bexiga e próstata.
Adrenais aumentadas/massas; acompanhamento de hiperadrenocorticismo.
Pesquisa de massas, estadiamento/metástases, linfonodos e resposta terapêutica.
Piometra, gestação, alterações uterinas/ovarianas e prostatopatias.
Para melhor janela acústica, recomenda-se jejum de 6–8 horas e bexiga moderadamente cheia. Água geralmente pode ser mantida. Medicar com dimeticona (Luftal) para reduzir a presença de gás no intestino. Em pacientes ansiosos ou doloridos, considera-se sedação leve. O exame é feito de forma sistemática, com transdutores microconvexo/linear e complementação com Doppler quando necessário.
Tamanho, ecotextura, vias biliares, lama/cálculos.
Arquitetura, nódulos, hiperplasias, linfonodos.
Córtico-medular, cistos, nefrolitíase, morfologia adrenal.
Espessamento, hipoeco, peripancreatite, massas.
Espessura por camadas, conteúdo, peristalse, intussuscepção.
Parede, sedimento, cálculos, próstata, útero/ovários.
| Cenário | Mais indicado | Observação |
|---|---|---|
| Parênquimas (fígado/rins) | Ultrassom | Melhor para partes moles; permite Doppler. |
| Corpo estranho radiopaco | Radiografia | US complementa complicações/motilidade. |
| Ascite/derrame | Ultrassom | Detecta volumes pequenos e guia punção. |
| Distensão gasosa difusa | Radiografia | Gás reduz a janela ultrassonográfica. |
Lesões diferentes podem ter aparência semelhante ao ultrassom. Nesses casos, o diagnóstico definitivo pode exigir citologia ou biópsia guiadas por US, considerando comorbidades, coagulação e impacto no manejo clínico.
Geralmente 20–40 minutos, conforme colaboração do paciente e necessidade de Doppler/medidas extras.
Sim, normalmente há tricotomia parcial do abdômen para melhor contato do transdutor.
Define-se conforme evolução clínica e plano terapêutico. Reavaliações costumam ocorrer entre 4–12 semanas, quando indicado.
Siga o preparo informado no agendamento e traga exames prévios (laboratoriais e de imagem). Isso aumenta a acurácia e evita repetições.